quarta-feira, 26 de novembro de 2008
A algumas horas de te ter
Nem sei se vale tanta ansiedade, tanta expectativa. Nem sei de mim, de nós. Apenas sinto e vivo esses dias como a passagem para um momento melhor. Te ver definitivamente virou prioridade. E o que era prioridade já se esvaziou.
"Vem molhar meu colo,vou te consolar. Vem mulato mole Dançar dans mes bras. Vem moleque me dizer onde é que está. Ton soleil, ta braise"
Ligeiramente inebriada por tua lembrnaça novamente
terça-feira, 18 de novembro de 2008
O escrito pelo não dito
sábado, 25 de outubro de 2008
E espera.....
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Tarde inaugural
domingo, 28 de setembro de 2008
Mais uma dose

terça-feira, 2 de setembro de 2008
Depois da espera...
sábado, 23 de agosto de 2008
Minha primeira vez enquanto mensageira de óbito. Ainda estou em suspensão. O grito lanscilante da interna ecoou por horas em meu interior. A bem da verdade, ele empregnou a minha manhã de incertezas, ou melhor, de certezas sobre a finitude. Na tentativa de suportar a dor, simulei a imagem que nenhuma mãe deseja ver. Mais mórbido que isso possa parecer, brinco com minha dor, a subestimo, para que um dia ela não me destrua. Sempre foi assim. Mas não sei se isso funciona.E mesmo depois de muito jóio e pouquissimo trigo, muita insensibilidade e quase nenhuma empatia, concordo com a "pérola" revelada naquele momento como "predestinação". Sim, é uma desesperada necessidade de conforto (quem não precisaria disso numa hora dessas???), embora também acreditar nela seja voltar a culpar/atribuir ao outro, ou ao Outro, eventos que muitas vezes estiveram sob nosso controle.
E depois do inesperado, parece que só pode haver uma menssagem, supondo-se que há uma. Assimilar a mudança é imperioso. Mesmo que doa, mesmo que te leve rumo ao desconhecido. E o que me consola é que no desconhecido pode haver felicidade.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Melissa - All star
A Persona casou-se. E foi lindo, como todo casamento merece ser. Os amigos, as famílias e boa parte do mundo dela e do Richard estava presente.O todo é diferente da soma das partes. Já me disserem isso na tradição Humanista. Mesmo não entendendo essa afirmação na maior parte do tempo, acho que foi isso que presenciei ontem. Nada de brigas, nada de choro. Nada que podesse lembrar as horas de dor (física e psiquíca) que testemunhei ela sentir. E tudo que eles escreveram de ruim nesses últimos anosfoi transmutado. Foi sobre isso que nos dizia o celebrante. Vai ver testemunhamos a unificação de dois em um que, bem lembrado,não teve hora marcada pra começar.
A canção não acabou. Sherole (é assim que escreve???) foi só o ponto de partida. E mesmo depois da brancura, do all star, dos cristais e do tango, muito ainda de certo e errado há de passar por eles. Em mim, o mais importante de todo esse ritu foi ser lembrada por eles, acreditar, nem que por um segundo, que vale/valerá ser encontrada por essa força (ou alucinação coletiva?). O amor.
sábado, 19 de julho de 2008
Semi-aberto é quase-fechado
Abre os teus armários eu estou a te esperar
Para ver deitar o sol sobre os teus braços castos
Cobre a culpa vã ... até amanhã eu vou ficar
E fazer do teu sorriso um abrigo.
Canta o teu encanto que é pra me encantar
Canta para mim, qualquer coisa assim sobre você
Que explique a minha paz, tristeza nunca mais
Nesta espera o mundo gira em linhas tortas
Abre essa janela, primavera quer entrar
Pra fazer da nossa voz uma só nota.
Canto e toco um tanto que é pra te encantar
Canto para mim qualquer coisa assim sobre você
Que explique a minha paz. Tristeza nunca mais
domingo, 1 de junho de 2008
Espiando
Como sou vista? Como sou interpretada? Sou simplificada ou incompreendida?
E por mais que as linhas sejam melimetricamente construidas, que eu tenha o cuidado de amplificar/clarificar tudo que sinto, nunca, nem um de nós aqui, inclusive eu, teremos a certeza do que sou ou como estou. O que fica com o exercício da escrita é apenas uma representação, uma inferência de como tudo tem me atravessado, e o que suponho estar aprendendo com a materialização das idéias.
Pensando assim, os giros constantes do contador nada contam, posto que isso é a história de um, com vistas para todos, por mais que se deseje o confronto com o outro.
Nesse instante lembrei que é justo o esquivar-se das interferências no tangível que me trouxe aqui.