quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Medo

Tenho medo de sentir dor. Tenho medo da morte. Tenho medo crises de ansiedade
Tive medo de viver tudo isso há dois dias.
Exagero ou não, superei meus medos. Me fortaleço a cada pontada, a cada ardor dos meus pontos.
Faço-me melhor, porque tive um lapso de sensatez e não voltei atrás quando tudo parecia desfavorável.
Faço-me mais inteira para quem eu amo. E já posso voltar a sonhar com um certo encontro.
Só posso agradecer a  Quem me deu uma família continente e amorosa.
Saudade do meu muleque, mas muito confiante em todos que são meus olhos e mãos, na minha ausência da carne

3 comentários:

Julio Cesar disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Julio Cesar disse...

como a um livro nossa historia vai escrevendo-se em capitulos. Muitas alegrias, com a benção de Deus nenhuma forte tristeza. Apenas ora ou outra a angustia passa para deixar a correspondencia da saudade. Quanto mais cresce o amor, esse de que fala, o medo, faz-se ser notado pela nossa sentinela. Dou com os ombros, e mesmo quando calafrios me rompem ascendendo a espinha, posto-me de soberbo e superior ignorando-o ainda que meus joelhos vibrem como um metronomo.
Vir aqui semanticamente é como Adão retornar ao Paraiso. como naqueles efeitos especiais de filme, tudo ao meu redor desfoca-se num movimento acelerado e penetro noutra dimensão e posso
vaguear pelo tempo como um cavaleiro templario guardião do tempo. O guardião da alto da torre.
Essa...que merece uma pintura na tentativa de imortalizar e dar vida ao que centelhou nossos
corações. Não dou-me, há algum tempo, divagar sobre quais sejam as teorias do que diz-se vida
após a morte e quais sejam verossímeis.
A vereda de minha crença apenas então somente alude a 'vida
eterna'. Sem nenhum imaginário determinante, mas com credilitude pela força do que nos uniu.
Quem nos uniu, como uniu, não pode querer que nos separemos. Minha natureza terrena, minha carne
sensitiva, teme pelo que lhe pode ferir e causar malefício.

Ao que reconheço em mim como alma regojiza-se na esperança de tè-la ao lado por um tempo que nós não temos como mensurar e classificamos como eterno.

Teu amor mobiliza um unico medo: que nada me aconteça para que Voce não sofras.
Beijos eternos
JLM

Vampira Dea disse...

Cada um sabe a dor e a alegria de vive~r , já dizia o poeta.